segunda-feira, 2 de julho de 2012

A Pedra Filosofal

Pedra Filosofal (Lapis Philosophorum) era o principal objetivo dos alquimistas. Segundo a lenda, era um objeto que poderia aproximar o homem de Deus
Com ela o alquimista poderia transmutar qualquer metal inferior em ouro, como também obter o Elixir da Longa Vida que permitiria prolongar a vida indefinidamente. 


O trabalho relacionado com a pedra filosofal era chamado pelos alquimistas de "A Grande Obra" (ou "Opus Magna", em latim). A lenda da pedra filosofal não existe na alquimia chinesa.


Isto demonstra as preocupações dos alquimistas com a saúde e a medicina.
Vários alquimistas são considerados precursores da moderna medicina, e dentre eles destaca-se Par acelso.
A busca por esta pedra filosofal é, em certo sentido, semelhante a busca pelo Santo Graal das lendas arturianas.


Em seu romance Parsifal, Wolfram von Eschenbach associa o Santo Graal não a um cálice, mas a uma pedra que teria sido enviada dos céus por seres celestiais e teria poderes inimagináveis.
Ao longo da história a criação da pedra filosofal foi atribuída a várias personalidades, como Paracelsus e Fulcanelli, porém é inegável que a lenda mais famosa refere-se a Nicolas Flamel, um alquimista real que viveu no século XIV

Segundo o mito, Flamel encontrou um antigo livro que continha textos intercalados com desenhos enigmáticos. Porém, mesmo após muito estudá-lo, Flamel não conseguiria entender do que se tratava. Segundo a lenda, ele teria encontrado um sábio judeu em uma estrada em Santiago naEspanha, que fez a tradução do livro, que tratava de cabala e alquimia, possuindo a fórmula para a pedra filosofal. 


Por meio deste livro, conseguiu fabricar a pedra: segundo a lenda, esta seria a razão da riqueza de Flamel, que inclusive fez várias obras de caridade, adornando-as com símbolos alquímicos. Ao falecer, a casa de Flamel foi saqueada por caçadores de tesouros ávidos por encontrar a pedra filosofal.  



Arqueólogos encontram 'casa de bruxa' do século 17 com gato mumificado

Arqueólogos britânicos encontraram um gato mumificado em uma casa do século 17 durante um projeto de construção em Lancashire, no norte da Inglaterra.
A casa foi descoberta perto de um reservatório no vilarejo de Barley. A construção tem uma sala fechada e, dentro de uma das paredes, foi encontrado o gato mumificado.
Os historiadores afirmam que a casa pode ter pertencido a uma mulher acusada de bruxaria que vivia na região no século 17 e acredita-se que o gato tenha sido emparedado vivo para proteger os moradores da casa de maus espíritos.
Uma companhia de fornecimento de água, a United Utilities, levou os arqueólogos para o local, um procedimento de rotina da companhia antes de fazer obras de escavação em áreas que podem ter importância arqueológica.
"É como descobrir sua pequena Pompeia. Raramente temos a oportunidade de trabalhar em algo tão bem preservado", disse Frank Giecco, arqueólogo que descobriu a casa.
"Assim que começamos a cavar, encontramos o topo das portas e sabíamos que tínhamos em mãos algo especial", acrescentou.
A região de Lancashire teve muitos registros da presença de mulheres acusadas de bruxaria no século 17, principalmente na área de Pendle Hill, onde a casa foi encontrada.
Na época, distritos inteiros em algumas partes de Lancashire relatavam ocorrências de bruxaria, contra homens e animais, gerando uma onda de acusações contra muitas pessoas.
Em 1612, 20 pessoas, entre elas 16 mulheres de várias idades, foram levadas a julgamento, a maioria delas acusada de bruxaria, em um episódio que ficou conhecido na região como o 'julgamento das bruxas de Pendle'.
'Tumba de Tutancâmon'
Frank Giecco afirmou que a construção encontrada é um "microcosmo da ascensão e queda desta área, do tempo das 'bruxas de Pendle' até a era industrial. Há camadas de história bem na sua frente".
"Não é com frequência que você encontra uma casa de contos de fada completa, incluindo o gato da bruxa", disse Carl Sanders, gerente de projeto da companhia.
"A construção está em ótimas condições, você pode andar por ela e ter um sentimento real de que está espiando o passado."
"Pendle Hill tem uma verdadeira aura, é difícil não ser afetado pelo lugar", afirmou Sanders.
"Mesmo antes de descobrirmos a construção, havia muitas piadas entre os funcionários sobre vassouras e gatos pretos. A descoberta realmente nos surpreendeu", disse.
"Em termos de importância, é como descobrir a tumba do (faraó egípcio) Tutancâmon", disse Simon Entwistle, especialista nas bruxas de Pendle.
"Daqui a alguns meses teremos os 400 anos dos julgamentos das bruxas de Pendle e aqui temos uma descoberta rara e incrível, bem no coração da região das bruxas."
"Gatos aparecem muito no folclore sobre bruxas. Quem quer que tenha dado este destino horrível a este gato, certamente estava buscando proteção de espíritos malignos", acrescentou. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC. 



Lobisomens e Vampiros

Olá, recebi esta semana muitos emails de pessoas interessadas nestes assuntos, assim, gradualmente estarei postando alguns textos dos referidos assuntos.


Simbolo do lobisomem:

O simbolo do lobisomem, é uma especie de amuleto em forma de luas cruzadas que significa a união das especies de licantropos incluindo os garou.

Simbolo dos vampiros:

O simbolo dos vampiros é nada mais nada menos do que o simbolo da imortalidade em forma de mistura entre uma espada e um sacerdote vermelho.

domingo, 1 de julho de 2012

Bruxas e Dragões

1. Durante séculos e séculos, desde à "Idade das Trevas", refiro-me à Idade Média, naturalmente, as bruxas e os dragões foram satanizados pela Igreja Católica e, como seres pagãos, foram perseguidos em nome da fé cristã: Elas, torturas e queimadas vivas nas fogueiras da Santa Inquisição, sob a justificativa de seres mulheres hereges, despudoradas e lascivas, e eles tendo a sua espécie dizimada e escravizada pelos homens.
Dentro dessa perspectiva preconceituosa e católica, anti-cristos devem ser veementemente combatidos. 
2. Ambos estão intimamente ligados com a magia, elas, guiadas pelo sexto sentido - o dom da intuição feminina e da fertilidade divina, dada às mulheres por Deus, e praticantes da magia e dos seus rituais; eles, como sendo a própria energia da magia. Nesse sentido, simbolicamente, a magia faz parte das suas identidades e essências, assim como filosofia de vida. 

Ainda nessa área, ambos são ávidos por sabedoria e se utilizam dos 5 elementos mágicos da natureza (terra, fogo, água, ar e espírito) para aprimorar a sua magia e incrementar os seus rituais e feitiços. Quando eu me refiro aos rituais de magia, não me refiro às práticas satânicas e de magia negra, muito embora, existam praticantes de magia que as cultuem, mas, enfativo aos rituais que são evocados a força daNatureza, a Grande Deusa Feminina, e Tiamet, a Deusa Dragônica - a Mãe de todos os dragões, em prol da prosperidade, da cura, do amor e das realizações que estão voltadas ao bem-estar e à bonança e fartura. Existe a energia tanto voltado para as boas práticas mágicas quanto para as más, depende da índole e da ética de quem as praticam. 
3. Ambos se relacionam entre si, principalmente, quando bruxas e bruxos usam referências dracônicas para aprimorar a sua magia, já que os dragões são seres mágicos e muito tem a ensinar. Ficção ou não, é uma idéia que se paira no imaginário coletivo e no universo mágico. 

Em livros, filmes e lendas, os dragões sempre serviram de referencial para os grandes magos e alquimistas, sendo um ícone de adoração ou inveja, onde muitos magos buscavam se apoderar dos segredos e da magia dos dragões para se tornarem cada vez mais poderosos. Porém, nunca foram forte e éticos o suficiente para vencer a chama do dragão, a magia vital da sua essência e existência. 
É muito comum nas práticas dos rituais e na realizações das poções e feitiços mágicos que se faça alguma menção aos dragões, seja envocando alguma entidade draconica e/ou suas qualidades (força, bravura, sabedoria, honra e ética), ou, utilizando os seguintes componentes como ingredientes em seus preparados: lágrima, chama, ovo, lasca de chifre, unha, ..., de dragões. Além de toda a simbologia presente no cenário mágico: amuletos, altares, adagas, imagens... 
Já as bruxas modernas, continuam realizando as suas práticas mágicas como sempre fizeram, baseando-se na sua força feminina, em sua intuição, independente se participam ou não de seitas ou sociedades secretas ou grupos específicos ou solitariamente. Também existem aquelas, que vão buscar na prática do"Dragon Magic" - a magia e o culto dos dragões; para aprimorar os seus conhecimentos e práticas mágicas sob a orientações desses grandes mestres. 
Enfim, as bruxas e os dragões não estão tão dissociados assim. Com ressalvas para essas mulheres, onde muitas delas foram julgadas e injustiçadas pela incompreensão do seu jeito de ver o mundo e interagir com ele e a natureza. Quantas e quantas bruxas foram ridicularizadas e perseguidas por suas práticas mágicas, onde, muitas vezes, além de fazerem magia em benefício próprio, também faziam magia em prol do outro, fazendo remédios naturais à base de ervas, plantas e alimentos naturais, ao exemplo dos xamãs e dos curandeiros, como também, lendo a sorte e prevendo o futuro dos curiosos que as procuravam e conselhos de natureza sentimental. Antes de serem bruxas, são essencialmente mulheres, como o fato de ser mulher já não tivesse o seu próprio peso social. 
Com isso, eu não poderia deixar de citar todos os dois aqui, já que bruxas e dragões são símbolos e referências impoortantes para a prática da magia e da filosofia mágica e esotérica. Tudo o que não é compreensível sempre tem o seu lado dogmático, polêmico e obscuro, apesar da névoa do preconceito que sobrecai sobre ambos. 

Leitura Espiritual

Por Favor,leiam a página LEIAM ,que fala sobre como uma mulher foi amaldiçoada.Eu achei ótimo o texto,leiam também!
MAS LEMBRE-SE,A PÁGINA SÓ VAI DURAR CERTO TEMPO!

Atualizações:

Atualizei a página: Iniciantes e Iniciados